28 dias após sua dona falecer, cadela beagle deprimida não resiste e também se vai

Sabemos que a dor de perder um amado bichinho de estimação é completamente angustiante e uma dor sem fim. Entretanto, acontece a mesma coisa quando o pet perde seu querido dono, chegando a desenvolver depressão. cadela

Foi isso que aconteceu com essa pobre cadelinha no interior do Paraná, que acabou falecendo cerca de um mês depois de perder sua dona.

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A família Trindade, da cidade de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, sofreu duas perdas significativas no intervalo de um mês. Infelizmente, após passar por um aneurisma cerebral, a professora de Matemática Ângela Ferreira Pires da Trindade, de 49 anos, acabou falecendo.

Enquanto estava em casa com o marido na parte da noite, a professora começou passar mal e caiu ao lado de Moisés, que se desesperou mas a socorreu imediatamente. Ela foi levada ao hospital, onde passou por um processo de estabilização e foi levada para UTI e ficou internada por nove dias antes de morrer.

Entretanto, uma notícia a envolvendo surpreendeu até mesmo quem convivia e era próximo da docente: sua cadelinha Dory, da raça beagle, faleceu exatos 28 dias após a morte de sua dona, Ângela. Sem conseguir aguentar a ausência da tutora e desenvolver uma forte depressão, a cadela sofreu convulsões e não resistiu.

“Elas eram inseparáveis. Pela manhã e tarde, a Ângela trabalhava em casa, escrevendo livros didáticos. As duas cachorras que nós temos passavam o dia todo com ela”, disse o viúvo, Moisés Trindade, de 45 anos. “A Dory ficava horas no colo, enquanto a minha esposa estava no computador.”

De acordo com ele, Dory tinha a saúde impecável, entretanto passou a notar um estranhamento no comportamento da cadela após a morte da tutora. “Não sabíamos que chegaria a esse extremo. Ela estava normal, sem nenhum problema clínico e, um pouco mais de 20 dias depois que a Ângela se foi, ela teve uma crise convulsiva, ficou 13 horas em coma e faleceu.”

O laudo dado pela veterinária afirma que ela possivelmente desenvolveu uma lesão cerebral em decorrência de um quadro profundo de depressão. No vocabulário popular, Dory ‘morreu de tristeza’.

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“Agora, o que nos traz um pouco de conforto é saber que ela e a Dory estão juntas, uma fazendo companhia para a outra lá no céu”, finalizou Moisés, bastante emocionado.

Os laços que os cães e seus donos conseguem criar são inimagináveis e essa história é a prova disso. Esperemos que as duas continuem juntas em um lugar melhor… Descansem em paz, Ângela e Dory!

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